Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

Templários Sem Teto: Corrente de São Militão

http://sublacustre.wordpress.com/2007/09/10/no-inicio-da-pagina-161-tinha-uma-quinta-frase-tinha-uma-quinta-frase/#comment-60

Corrente de São Militão

Recebo uma corrente estranha... diferente... Não desejo quebrá-la. Pode dar azar.


"No início da página 161, tinha uma quinta frase; tinha uma quinta frase…

10 09 2007

Ontem recebi um desafio curioso- que me deixou ainda mais curioso*- da Amanda, que consiste em: 1) pegar o livro mais próximo; 2) abrí-lo na página 161; 3) procurar a quinta frase completa; 4) postar a frase no blog- lembre de colocar um link de retorno/ trackback; 5) não escolher a melhor frase nem o melhor livro- usar o mais próximo-, e, last but not least, 6) repassar o desafio para cinco blogs.

O livro mais próximo é um que comecei a ler na tarde de ontem- domingo, 9 de setembro-, “Signos em Rotação”, uma coletânea de ensaios do poeta mexicano Octavio Paz. Livro aberto na página 161, busco a quinta frase completa, que vou postar a seguir. Ok, não posso dizer se é o melhor livro- porque comecei a leitura há pouco-, nem dizer se é a melhor frase; logo, creio que esteja tudo nos conformes. Eis a frase:

““Os objetos imperfeitos e frágeis- uma pedra arredondada, um ramo torcido, uma paisagem não muito interessante por si mesma mas possuidora de uma certa beleza secreta- possuem qualidade furyu.”

Dos cinco blogs escolhidos, postarei o nome de três, já que não fui autorizado- ainda- pelas suas respectivas donas a divulgar a url de dois deles- excentricidades de escritor que entendo numa boa. Mas o desafio seguirá em frente. Os blogs que escolhi são:

Algodão Hidrófilo
Lightday
Templários sem teto

*por causa dos números. Fiquei pensando no porquê de ser a página 161, de ser a quinta frase… Acendeu-se logo a lâmpada do insólito na minha cabeça. O trio Dupin- Holmes- Bond começou a trabalhar."

Bóra então ver o livro mais ao alcance da mão:

"Era um homem de meia idade, levemente marreca, de nariz afilado, já com brancas a salpicarem-lhe o cabelo negro. Muito pálido, fitava as pessoas com um olhar frio, verde, onde havia um misto de sagacidade e distância."

In "Pensão Central", conto do livro Rua, pag. 161, claro, Miguel Torga.

Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

Procura-se em bom estado, para reforma !!


By Monica, a nossa Mô.

Na foto: Severino Gandhi - Servente de Pedreiro

Foi-se o tempo q você podia escolher várias opções, experimentá-las e só depois definir o que é realmente a sua cara. Os tempos mudaram e o mercado já não dispõe de tamanha variedade...
Outro dia, conversando com uma amiga, chegamos a conclusão que agora iríamos recorrer à reforma! Isso mesmo... você encontra uma opção boa, bonita, que te cative até certo ponto e parte para a reforma.
Mas, porque a reforma? Ora, quando você faz uma reforma você deixa o bem exatamente do jeito que você quer. Você troca o que não lhe convêm e mantêm o que ainda vale a pena aproveitar!
Isso nos ocorreu porque anda muito difícil de encontrar o que nos agrada. A gente perde um tempo enorme procurando e sempre nos decepcionamos no final, quando o bem já foi adquirido... sempre se descobre um defeito, ih, uma loucura !! Sem falar em quando adquirimos um produto genérico, sem querer e pensamos “quem garante que teremos os mesmos resultados do original? “.
Assim, cara amiga, o negócio é a reforma! E é claro que estou falando de homens! Você encontra no mercado o modelo que mais te agrada, leva pra casa e da-lhe uma reeducação social. Não gosta do mesmo tipo de música que ele? Você ensina ele a gostar da sua música preferida! E os lugares que ele freqüenta? Aos poucos e com todo carinho você consegue mostrar a ele que os lugares que você freqüenta são bem mais legais! Roupa então, nem se fale... facílimo faze-lo mudar!
Com a falta de opção que temos hoje em dia, no fim você verá que a reforma vale a pena! E você ainda vai ganhar um tempo enorme que podem ser gastos com muitos beijinhos !! rs...

Domingo, 22 de Julho de 2007

Estudo Estético-Metafísico- Mítico de Wando

Por Adriano Bastos

Centenas de mulheres lindas e gostosas pulando como pulgas, gritando palavras que podem ser entendidas isoladamente, mas que soando juntas, lembram um idioma desconhecido. Muitas tiram fotos, escrevem bilhetes com seus batons- não o chocolate; ok, uma escreveu um torpedo com o tal chocolate fálico. Calcinhas são tiradas e atiradas em direção ao palco, onde está uma criatura com seu violão. Um trovador? Mas falo- no sentido de dizer, Freud, go home!- do final do século XX! Sim, talvez um trovador que pegou uma máquina do tempo. Quem sabe o cara não é um Highlander? Afinal de contas, o que ele faz é um tipo de mágica - plic, plic, plic, dedos estalando.
Wando é um mito. Seu mise en scene é simples. Ele levanta as sobrancelhas, forma uma espécie de bico de molusco cefalópode com a boca, faz dos ombros uma pélvis de Elvis e, entre um acorde e outro, canta coisas que a mulherada quer ouvir. “Wando é um tesão!”, disse uma fã que gastou todas as economias que tinha para comprar uma mochila com foguete, última moda da NASA. Ela assustou 57 pombos, 2 gaivotas e um técnico da companhia telefônica, mas realizou o sonho de ver seu ídolo de cima: “Eu queria parecer um anjo para ele!” Wando viu a garota-fogo-de-artifício, e retribuiu com um sorriso de lado, como Les Claypool no clipe de “Jerry was a racecar driver”. Viva a democracia, porque falar em tesão já foi tabu. Na época da ditadura, Juca Chaves reclamava: “Engraçado, vários artistas falam em tesão, mas eu sou censurado quando falo. Por quê, o meu tesão é diferente do deles?” Há aquelas insatisfeitas: “O que falta nele é um bigode...” “Que tipo de bigode, o do Latino, o do Groucho Marx ou o do Mario Bros?”- pergunta o repórter. “Nenhum dos três, um bigode Wândico”, respondeu ela, enquanto acariciava o fio do fone do I-pod, no qual estavam 325 mp3 de seu ídolo, remixados por Moby e Marlboro- box, porque amassa menos quando no bolso.
Wando é um iluminado. Ele é o tipo de cara a quem Deus disse: “Desce lá e arrebenta!” Talvez haja algo de hipnótico na música Wândica. Pode ser o caso dele ter estudado em algum conservatório secreto tibetano, no qual ele aprendeu alguma técnica de mantra tântrico, voltado para fins sexuais não-reprodutivos- claro, porque, do contrário, ele teria que pagar mais pensões do que todos os institutos de previdência do sistema solar, a julgar pela quantidade de corações femininos que balança. É injusto que Wando não conste da Odisséia. Mas ele ainda há de ser um verbete de uma edição revisada d’O Ramo Dourado, de Sir James Fraser.
Bem, um grupo de cientistas tentou estudar o fenômeno Wando, num laboratório e tudo mais, mas terminou numa praia deserta fazendo piruetas, guerra de bolinhas de areia molhada e ouvindo fitas-cassetes de Maria Rita e do extinto grupo Balão Mágico. Como não quero fazer piruetas - ao menos hoje - e tampouco quero ir à praia- porque minha sunga está furada e eu não sou um exibicionista de aeroporto-, fico por aqui, e peço licença para ir à Lan House mais próxima, pois acabei de ser informado de que está disponível no Youtube um vídeo de 15 horas com os melhores momentos de um show do Wando, Live at The Paramount, de 1971.

Sábado, 21 de Julho de 2007

Foda é quando chove...











Os sobrevivente não perderam a esportiva. Fizeram ainda um time de futebol.

Não há mais templo. Estamos na rua, jogando bola e tentando arrumar um troco. Foda é quando chove. Ou quando se deseja cagar em paz. Não há de ser nada. Mais tem Shiva para dar do que Ravana pra tomar... Ganesh proverá!
Estaremos ainda aqui, neste espaço que ninguém lê (menos ainda posta) e, quando posta, é só merda - sem contar, é claro, com o português criminoso.
A Fé Baduh procura oferecer um serviço completo: comunidade no Orkut, Blog, Site, Botequim Virtual and virgins delivery. Mas ninguém usa mesmo, exceto aquele boteco infecto-contagioso que se mudou do arruinado templo para a concentração do escrete.

O responsável pelo templo no momento de sua demolição já se encontra em franco restabelecimento e foi mandado para um mosteiro, refletir na merda que fez.
Aguardamos que a ficha caia-lhe no âmago do cofrinho para tê-lo de volta conosco!

Sábado, 14 de Julho de 2007

A Maldição das Mônicas




Çeu Madruga Escreve










O que é que o Bill Clinton, Romário, o Cebolinha e o Renan Calheiros têm em comum? Todos se ferraram por conta de uma Mônica...

Sim, elas são implacáveis! E mais recentemente foi descoberto o plano de uma templária com o mesmo nome que, ao mando das terríveis canetas BIC, pretendia dominar o mundo, transformando seus opositores em risoles mal fritos, graças ao apoio q receberia dos vis salgados!

Felizmente, o ponto fraco desta malvada criatura foi indicado por, ninguém mais, ninguém menos, que Ermanito, o garoto “emo” de Cosmópolis/SP. É o pescoço da mônica que deve ser atacado por este ser gramatical, verdadeiro futuro da academia brasileira de letras, para que todos nós sejamos salvos.

Por isso, registro aqui meu apoio ao ermanito, para que seja bem sucedido em sua investida. E que a Cris nos perdoe....

Sexta-feira, 13 de Julho de 2007

O vazio que sinto dentro de mim...



Irmã Escolástica
A santa do pau oco e esguichante



Iniciando a série "Minhas Confissões": O Vazio...
Ao contrário do que pensam, o vazio não é algo sem conteúdo. Parem, pensem, filosofem. Uma pessoa sem filosofia é como um jardim sem anões de gesso. Vamos aos tipos de vazios:

- Vazio ginecológico
- Vazio de rango
- Vazio de álcool
- Vazio de dinheiro
- Vazio repleto de tédio e por falta do que fazer
- Vazio, outros