Sábado, 21 de Julho de 2007

Foda é quando chove...











Os sobrevivente não perderam a esportiva. Fizeram ainda um time de futebol.

Não há mais templo. Estamos na rua, jogando bola e tentando arrumar um troco. Foda é quando chove. Ou quando se deseja cagar em paz. Não há de ser nada. Mais tem Shiva para dar do que Ravana pra tomar... Ganesh proverá!
Estaremos ainda aqui, neste espaço que ninguém lê (menos ainda posta) e, quando posta, é só merda - sem contar, é claro, com o português criminoso.
A Fé Baduh procura oferecer um serviço completo: comunidade no Orkut, Blog, Site, Botequim Virtual and virgins delivery. Mas ninguém usa mesmo, exceto aquele boteco infecto-contagioso que se mudou do arruinado templo para a concentração do escrete.

O responsável pelo templo no momento de sua demolição já se encontra em franco restabelecimento e foi mandado para um mosteiro, refletir na merda que fez.
Aguardamos que a ficha caia-lhe no âmago do cofrinho para tê-lo de volta conosco!

4 comentários:

Adriano Bastos disse...

Bom, dos campos de várzea é que saíram os grandes craques. Tudo anda nesse admirável mundo velho, menos o Rubinho. Você falou em chuva e eu me lembrei daquela piada do Costinha: "Mas chovia para cachorro..."

Daniel disse...

"Estaremos ainda aqui, neste espa�o que ningu�m l� (menos ainda posta) e, quando posta, � s� merda - sem contar, � claro, com o portugu�s criminoso."

Tenshi-Sama disse...

O responsável pelo templo no momento de sua demolição já se encontra em franco restabelecimento e foi mandado para um mosteiro, refletir na merda que fez.
Aguardamos que a ficha caia-lhe no âmago do cofrinho para tê-lo de volta conosco!

Putz, realmente.
Com a merda que eu fiz, ja posso me considerar no mesmo patamar que o ja despachado ACM.

Badauça disse...

Mas vocês não arrancaram peruca de pobres carecas inocentes quando estavam chapados e nem tampouco beijaram a cara do cantor Jamelão...
Quem não errou, que atire a primeira preda!
Çeu Madruga, se não descer a lenha, aí é que ninguém escreve mermo...
Olha o português criminoso aê geeente!